28.9.01
” – Quero mudar o mundo!” isto soa tão estranho dito por mim. mas eu gostaria…
[não 'tô prestando atenção.]
me senti o rei do mundo…
me senti um qualquer…
fiquei vermelho…
fiquei quieto.
às vezes me sinto poeira.
e fico aos cantos…
acordei inchado…
olhos cansados.
me ausentei voluntariamente das duas ultimas aulas….
pelos meus calculos posso me ausentar cinco aulas por semana… duas semanas e eu já alcancei 17.
vou manerar.
encontrei o “tops”(leonardo). o bicho sempre cumprimenta e se vai. hoje ele quis conversar… tops é de imbituba, não sei onde ele mora aqui… estudei com ele em 98 no 1 ano. sinto saudades daquela turma… sinto saudade daquela época.
garoa.
eu preciso desesperadamente fazer algum exercicio fisico…
andar..
sei lá…
um musculo aqui quando levanto rasga…
queima…
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ô seu istepô… arrombastes! ó-lhó-lhó!!! mofas com a pomba na balaia… vinhas tão bem… derepente discambastes ó, mofas!! me admira de ti!! ô sô tanso! não istrova!! a mode de que… eu adoro o manezes… segue abaixo um trecho de uma crônica de Sérgio da Costa Ramos:
A beleza da Ilha é mansa como uma marinha de Pancetti, mas um arrastão dos elementos pode torná-la de hora para outra selvagem e expressiva como um filme de David Lean.
O vento sul é um ilhéu típico, que fala chiado e que, ao contrário dos magos de ocasião, consegue facilmente entortar árvores e encrespar oceanos. foi conversando com esse ilhé que Cruz e Sousa empinou o seu verso simbolista e achou raras onomatopéias para descrevê-lo:
Tu que penetras velhas portas,
Atravessando por frinchas…
E sopras, zargunchas, guinchas
Nas ermas aldeias mortas.
Nada o detém quando ele bufa e escoiceia, no que há se ser a farra eólica do tempo. Ele se transforma então no vagabundo que rosna sonolento, leva longe o seu lamento, mas sua ferocidade é efêmera. E inócua. Se tanto, desmancha os cabelos da figueira, ou adianta o relógio da Catedral, que nesses diasperde a sua orgulhosa exatidão de Big-Ben.
Já tem 280 anos, mas parece que começou dijaôji.
A Ilha é Mulher. Sérgio da Costa Ramos.