«você ou é o sol ou é a lua». eu sou um black hole

10/04/2019

Arte de buraco negro foi feita por Jean-Pierre Luminet com um computador IBM 7040

black-hole-jean-pierre-luminet_1024


e hoje: Scientists reveal first picture of a black hole

Usando o Telescópio Event Horizon, os cientistas obtiveram uma imagem do buraco negro no centro da galáxia M87, delineada pela emissão de gás quente girando em torno dele sob a influência da forte gravidade perto de seu horizonte de eventos.

Event Horizon Telescope collaboration et al.

A-Consensus


my watch is slow

08/04/2019

in the nick
of time
o corte no
momento preciso
he overslept,
she said they
o corte
no momento
preciso
they lost track
of time
é, meu bem,
perdemos
a hora
a noção
do tempo
but i can just
get it in
under the wire
on time
in time
esticando o fio
das horas
devorando cronos…

my watch
is slow.


WK5QlCMk2hkXsq5LUS6kCz4


Pier Paolo Pasolini – Qual é o sentido de escrever?

08/04/2019

hqdefault


a minha morte é só uma: ganga, lumumba, lorca, jesus

08/04/2019
joaoboscocapalpback
O menino cresceu entre a ronda e a cana
Correndo nos becos que nem ratazana.
Entre a punga e o afano, entre a carta e a ficha
Subindo em pedreira que nem lagartixa.
Borel, juramento, urubu, catacumba,
Nas rodas de samba, no eró da macumba.
Matriz, querosene, salgueiro, turano,
Mangueira, são carlos, menino mandando,
Ídolo de poeira, marafo e farelo,
Um deus de bermuda e pé-de-chinelo,
Imperador dos morros, reizinho nagô,
O corpo fechado por babalaôs.
 
Baixou oxolufã com as espadas de prata,
Com sua coroa de escuro e de vício.
Baixou cão-xangô com o machado de asa,
Com seu fogo brabo nas mãos de corisco.
Ogunhê se plantou pelas encruzilhadas
Com todos seus ferros, com lança e enxada.
E oxossi com seu arco e flecha e seus galos
E suas abelhas na beira da mata.
E oxum trouxe pedra e água da cachoeira
Em seu coração de espinhos dourados.
Iemanjá, o alumínio, as sereias do mar
E um batalhão de mil afogados.
 
Iansã trouxe as almas e os vendavais,
Adagas e ventos, trovões e punhais.
Oxum-maré largou suas cobras no chão.
Soltou sua trança, quebrou o arco-íris.
Omulu trouxe o chumbo e o chocalho de guizos
Lançando a doença pra seus inimigos.
E nana-buruquê trouxe a chuva e a vassoura
Pra terra dos corpos, pro sangue dos mortos.
 
Exus na capa da noite soltara a gargalhada
E avisaram a cilada pros orixás.
Exus, orixás, menino, lutaram como puderam
Mas era muita matraca e pouco berro.
E lá no horto maldito, no chão do pendura-saia,
Zumbi menino lumumba tomba da raia
Mandando bala pra baixo contra as falanges do mal,
Arcanjos velhos, coveiros do carnaval.
 
– irmãos, irmãs, irmãozinhos,
Por que me abandonaram?
Por que nos abandonamos
Em cada cruz?
– irmãos, irmãs, irmãozinhos,
Nem tudo está consumado.
A minha morte é só uma:
Ganga, lumumba, lorca, jesus
 
Grampearam o menino do corpo fechado
E barbarizaram com mais de cem tiros.
Treze anos de vida sem misericórdia
E a misericórdia no último tiro.
 
Morreu como um cachorro e gritou feito um porco
Depois de pular igual a macaco.
Vou jogar nesses três que nem ele morreu:
Num jogo cercado pelos sete lados.
Compositores: Aldir Blanc / Joao Bosco

 


baderna…

08/04/2019

Mulheres Que Honram o Rolê


El deseo y el mundo – Eduardo Galeano

05/04/2019

Há dores crônicas neste corpo. E diante da contingência, pois a vida é contingência, há um dia de repouso e há referências, colagens, tecidos… narrativas.

https://enbabia.com.ar/ http://www.saudaderadio.com/ https://www.bauhaus100anos.com.br/ 


El deseo y el mundo – Eduardo Galeano

 ¿Cuántos días han transcurrido? ¿Cuántos meses? Una noche se descubre que llevar la cuenta es peor. Antes, antes. Gustavo mira sin ver. Abolir el tiempo. Volver atrás. Quedarme, Carmen, quedarme en vos. Yo creía, Carmen, que no ibas a terminarte nunca. Te apreté la mano y la mano latía, estaba viva como un pájaro. Antes, antes de todo. Y las estrellas, papá, ¿qué hacen durante el día? ¿Por qué ponieron mosquitos en el Arca de Noé? ¿Por qué mamá murió? Dos perros rodaban mordiéndose por los médanos y Gustavo ya había estado preso, no dormía en la casa, tres veces habían venido a revolver las cosas unos tipos de uniforme, estaban armados como los que trabajan en la tele, esos de la serial de “Combate”, daban vuelta la casa y Tavito los miraba sin pestañear y sin abrir la boca, clavado contra la pared; el cuerpo le temblaba hasta los dedos de los pies. Gustavo le había dicho: hay tantas cosas que tendrás que descubrir, Tavito. Las cosas invisibles, las difíciles, la brecha que te espera entre el deseo y el mundo: apretarás los dientes, resistirás, nunca pedirás nada. No, no se vive para ganarle a nadie, Tavito. Se vive para darse.

 Tavito señala, con el mentón, a los soldados.

 – Y estos, ¿no saben cuándo vas a volver?

 – Tampoco saben.

 Darse. Pero, ¿y él? ¿Tengo derecho?, se pregunta, ahora, Gustavo. Y él, ¿qué culpa tiene? He elegido por él sin consultarlo. ¿Me odiará alguna vez? Gustavo lo ve aproximarse a uno de los soldados. Tavito le habla, el soldado se encoge de hombros y luego le acerca una mano para acariciarle la cabeza. Tavito pega un brinco, como si la mano del soldado estuviera electrizada.

 ¿Tengo derecho? He decidido por él. ¿Había otra manera? Gustavo mira a los costados, a los compañeros, rostro por rostro, los hombres con quienes comparte la comida y la pena y las palabras de aliento que se pasan unos a otros, como el mate, de boca en boca. El tiempo de ahora y el tiempo de después. Alguien le arroja, desde el otro extremo de la fila un paquete de cigarrillos. Gustavo lo caza al vuelo. Y entonces Tavito dice:

 – No te preocupes.

 Dice:

 – Cuando yo sea astronauta, nos vamos a ir a la luna o nos vamos a ir a pescar.
40893 Vagamundo y otrso relatos.indd
***

Angicos – Comadre Florzinha

Composição: Chico Science / Lúcio Maia Álbum: Comadre Florzinha (ano 1999)

Seu Doutor, não lhe dou ouvidos
Minha cabeça tá cheia de ideia
O perfume que eu uso
Não é como o seu
Sai daqui da minha terra

Vou embora, vou andando
Não me posso demorar
Eu tô indo pra Vênus
Encontrar Maria
Não posso me atrasar

Meu foguete já tá chegando
É melhor sair daí
Vai soltar raio laser
Pra lumiar
As terras do Cariri


ANOS DE CHUMBO – O Dia Em Que Dorival Encarou O Guarda

01/04/2019

(Brasil, 1986, 14 min). Dir.: Jorge Furtado e José Pedro Goulart. Numa prisão militar, no verão, o negro Dorival quer tomar um banho. Para consegui-lo, tem de enfrentar os guardas.

1_x8ol-UsAWxZJaVRpRx_d9A

Fonte: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/noticias/?p=14715


Roseli Nunes, presente!

31/03/2019

32 anos sem Roseli Nunes 🌻

Hoje, 31 de março, completam-se 32 anos do assassinato de Roseli Nunes. Lutadora pela Reforma Agrária e defensora dos direitos das mulheres, ela foi uma das 7 mil trabalhadoras/es que ocupou a Fazenda Anonni, em outubro de 1985. Para conhecer parte dessa história, marco importante da luta pela terra no Brasil, a cineasta Tetê Moraes produziu filmes importantes. Assista!

🎥 Terra para Rose(1987), por Tetê Moraes, conta a história da ocupação da Anonni e a organização dos trabalhadores rurais Sem Terra.

🎥 O sonho de Rose, dez anos depois a cineasta volta no que agora é o Assentamento Annoni e vê como as famílias vivem depois da conquista da terra.

A luta de Roseli não foi em vão! Roseli Nunes, presente!

terra para rose


55 anos – O golpe que derrubou um presidente, pôs fim ao regime democrático e instituiu a ditadura no Brasil

30/03/2019

para-que-nao-se-esqueca

“1964 – O golpe que derrubou um presidente, pôs fim ao regime democrático e instituiu a ditadura no Brasil”


conta criada exclusivamente para acessar o banco do tempo

30/03/2019

HAMLET, ATO I, Cena V

Outra parte da esplanada.
Entram o Fantasma e Hamlet.HAMLET: Para onde me conduzes? Não darei mais um passo. FANTASMA: Ouve-me!HAMLET: Isso é o que desejo.

FANTASMA: Já está perto o momento em que é forçoso que de novo me entregue às labaredas sulfúreas
do tormento.

HAMLET: Pobre espírito!

FANTASMA: Não me lastimes; ouve com atenção o segredo que passo a revelar-te.

HAMLET: Fala, que estou obrigado a dar-te ouvidos.

FANTASMA: E também a vingar-me, após ouvires-me.

HAMLET: Como!?

FANTASMA: Sou a alma de teu pai, por algum tempo condenada a vagar durante a noite, e de dia a
jejuar na chama ardente, até que as culpas todas praticadas em meus dias mortais sejam nas chamas,
alfim, purificadas. Se eu pudesse revelar-te os segredos do meu cárcere, as menores palavras dessa
história te rasgariam a alma; tornar-te-iam, gelado o sangue juvenil; das órbitas fariam que saltassem,
como estrelas, teus olhos; o penteado desfar-te-iam, pondo eriçados, hirtos os cabelos, como cerdas de
iroso porco-espinho. Mas essa descrição da eternidade para ouvidos não é de carne e sangue. Escuta,
Hamlet! Se algum dia amaste teu carinhoso pai…

HAMLET: Ó Deus!

FANTASMA: Vinga o seu assassínio estranho e torpe.

HAMLET: Assassínio?

FANTASMA: Sim, assassínio torpe, como todos; mas esse é estranho, vil e inconcebível.

HAMLET: Conta-me, a fim de que eu, com asas rápidas como a meditaçáo ou os pensamentos de amor,
possa vingar-te.

FANTASMA: Acho que podes. Mais lerdo do que a espessa planta que nas margens do Letes apodrece,
se isso não te abalasse. Escuta, Hamlet! Contaram que uma cobra me picara, quando, a dormir, eu no
jardim me achava. Assim, foi ludibriado todo o ouvido da Dinamarca por uma notícia falsa de minha
morte. Mas escuta, nobre mancebo! A cobra que peçonha lançou na vida de teu pai, agora cinge a coroa
dele.

HAMLET: Oh minha alma profética! Meu tio!

FANTASMA: Sim, esse monstro adúltero e incestuoso. Com o feitiço pessoal e com presentes – ó dotes
maus, ó brindes, que tal força tendes de sedução! – pôde a vontade da rainha conquistar, que parecia tão
virtuosa, dobrando-a para o vício. Que queda, Hamlet! Do meu amor, que tinha tal pureza que andava a
par com o voto que eu fizera no nosso casamento – a um miserável que em confronto comigo nada vale!
Mas se a virtude é firme, ainda que o vício sob a forma do céu vá cortejá-la, a luxúria, conquanto a um
anjo presa, num leito celestial cedo se enfara, sonhando com carniça. Mas, devagar! Pressinto o ar da
manhã. Serei breve. Ao achar-me adormecido no meu jardim, na sesta cotidiana, teu tio se esgueirou por
minhas horas de sossego, munido de um frasquinho de meimendro e no ouvido despejou-me o líquido
leproso, cujo efeito de tal modo se opõe ao sangue humano, que corre pelas portas e caminhos do corpo,
tão veloz como o mercúrio, fazendo coagular com vigor súbito o sangue puro e fino, como o leite quando
o ácido o conturba. Assim, comigo: no mesmo instante impingens me nasceram, qual se eu fosse outro
Lázaro, nojentas, pelo corpo macio. Adormecido, desta arte, me privou o irmão, a um tempo, da vida, da
coroa e da rainha, morto na florescência dos pecados, sem óleos, confissão nem sacramentos, sem ter
prestado contas, para o juízo enviado com o fardo dos meus erros. É horrível, sim, horrível, multo
horrível! Se sentimento natural tiveres, não suportes tal coisa. Não consintas que o leito real da
Dinamarca fique como catre de incesto e de luxúria. Contudo, se nesse ato te empenhares, não te
manches. Que tua alma não conceba nada contra tua mãe; ao céu a entrega, e aos espinhos que o peito lhe
compungem. Deles seja o castigo. E agora, adeus! Mostra-me o pirilampo da madrugada; já seu fogo
inativo empalidece. Adeus, Hamlet! Lembra-te de mim.

(Sai.)

HAMLET: Legiôes do céu! Ó terra! Que mais, ainda? Invocarei o inferno? Firme, firme, coração! Não
fiqueis velhos de súbito, músculos; agüentai-me! Que me lembre de ti? Sim, pobre fantasma, sim,
enquanto tiver sede a memória neste globo conturbado. Lembrar-me? Sim; das tábuas da memória hei de
todas as notícias frívolas apagar, as vãs sentanças dos livros, as imagens, os vestígios que dos anos e a
experiência aí deixaram. Essa tua ordem, só, há de guardar-se no volume e no livro do meu cérebro, sem
mais escórias. Sim, pelo alto céu, ó mulher perniciosa! Vilão, vilão que ri! Vilão maldito! Meu
canhenho… Preciso tomar nota que o homem pode sorrir e ser infame. Sei que ao menos é assim na

Dinamarca.

(Escreve.)

Aí vou, meu tio. Agora minha senha vai ser: Adeus, recorda-te de mim. Assim jurei.

HORÁCIO: (dentro) – Milorde Hamlet!

MARCELO (dentro) – Príncipe!

HORÁCIO (dentro) – Que o céu o ampare.

MARCELO (dentro) – Amém.

HORÁCIO: Olá! Olá! Senhor!

HAMLET: Olá, menino! Vem, meu passarinho! (Entram Horácio e Marcelo.)

MARCELO: Que aconteceu, senhor?

HORÁCIO: Que houve, senhor?

HAMLET: Extraordinário!

HORÁCIO: Bom senhor, contai-nos.

HAMLET: Não, que o revelaríeis.

HORÁCIO: Eu, não, senhor; por Deus!

MARCELO: Nem eu, tampouco.

HAMLET: Que julgais? A alma humana poderia concebê-lo? Jurais não revelá-lo?

HORÁCIO E MARCELO: Pelo céu o juramos, meu senhor.

HAMLET: Não há em toda a Dinamarca um biltre que possa ser tratante mais chapado.

HORÁCIO: Não era necessário que nos viesse do outro mundo um fantasma dizer isso.

HAMLET: Está bem, está bem; tendes razão. Desse modo, sem mais formalidades, apartemos as mãos e
dispersemo-nos. Vós, para onde os negócios e os pendores vos levarem – que todos os possuem, sejam
quais forem. – Quanto à minha pobre parte… Ora vede: vou rezar.

HORÁCIO: São palavras sem nexo, meu senhor.

HAMLET: Em verdade, compunge-me ofender-vos. De coração.

HORÁCIO: Não há ofensa, príncipe.

HAMLET: Por São Patrício, há ofensa, Horácio, e grande, quanto à visão de há pouco. Só vos digo que é
um fantasma honesto. Mas, quererdes saber o que passou entre mim e ele, não pode ser; sofreai-vos
como for. E agora, bons amigos – sim, que o somos, companheiros de escola e de caserna – concedei-me
um favor.

HORÁCIO: Que pode ser, meu príncipe? Está feito.

HAMLET: Não contar o que vistes esta noite.

HORÁCIO E MARCELO: Nada diremos.

HAMLET: Bem; então, jurai-o.

HORÁCIO: Sob palavra de honra, serei mudo.

MARCELO: Eu também; sob palavra.

HAMLET: Em minha espada.

HORÁCIO: Já o juramos, senhor.

HAMLET: Bem, mas agora jurai sobre esta espada.

FANTASMA: (em baixo): Jurai!

HAMLET: Olá, garoto! Estás aí, valente. Ouvistes que da adega ele nos fala. Prestai o juramento.

HORÁCIO: Formulai-o.

HAMLET: Jamais falar de quanto presenciastes. Sobre esta espada

FANTASMA: (em baixo): Jurai!

HAMLET: Hic et ubique?
? Mudemos de lugar. Aqui, senhores.
Ponde as mãos novamente sobre a espada.
Não falareis jamais sobre o que vistes.
Jurai por minha espada.

FANTASMA: (em baixo): Jurai!

HAMLET: Bravo, velha toupeira! E como furas a terra, bom mineiro! Ainda mais longe, meus amigos.

HORÁCIO: Ó dia e noite! É estranho!

HAMLET: Recebamo-lo, então, como a estrangeiro. Há multa coisa mais no céu e na terra, Horácio, do
que sonha a nossa pobre filosofia. Vinde novamente. Jurai de novo, assim Deus vos ajude, por mais que
eu me apresente sob aspecto extravagante, tal como em futuro é possível que eu venha a comportar-me,
que jamais – se me virdes alguma hora cruzar assim os braços, ou a cabeça sacudir deste jeito, ou dizer
frases sem nexo: “Muito bem”, ou “Poderíamos se o quiséssemos”, ou “Vontade tenho de falar”, ou
discursos desse gênero – mostrareis saber algo. Que a divina Graça e a Misericórdia vos amparem.

FANTASMA: (em baixo): Jurai!

HAMLET: Sossega, alma penada! E agora, amigos, com todo o meu amor me recomendo. E tudo o que
um pobre homem como Hamlet possa fazer, no empenho de agradar-vos, não faltará, querendo-o Deus. E
vamo-nos. Peço silêncio; os dedos sobre os lábios. Dos gonzos saiu o tempo. Maldição! Ter vindo ao
mundo para endireitá-lo! Partamos juntos. Vamo-nos.

(Saem.)

***

“Todo aquele que assume uma responsabilidade política acabará sempre por chegar a uma ocasião em que dirá como Hamlet:

“O tempo saiu dos gonzos: Que maldição
que me deu ter por missão reordená-lo!”

Reordenar o tampo significa renovar o mundo, e é uma coisa que podemos fazer, porque todos nós aparecemos, numa época ou noutra, como recém-chegados a um mundo que já lá estava antes de nós e aí continuará a estar depois de nos irmos, depois de termos deixado o seu encargo aos que nos sucederem.”

“Responsabilidade e Juízo” (Hannah Arendt)

55549627_10157125453937354_7871303730639929344_n

 


Douda Correria

Nascida em 2013, a Douda Correria tem uma linha editorial muito ténue, tão ténue que quase não se vê, uma linha que mais do que se ver pressente-se nos títulos que por paixão vai dando à estampa. No seu labirinto de afectos encontram-se autores de várias línguas, sendo o que de mais belo há neles a capacidade de inventar sua própria linguagem sem menosprezar a dos outros. É possível que nada disto faça sentido, é até desejável que nada disto faça sentido. Um cavalo alucinado também não faz sentido, no entanto galga e prossegue sob a espora. (Contacto: doudacorreria107@gmail.com - Facebook: https://www.facebook.com/doudascorrerias/)

bloco de notas

mais um blogue de vagner boni

Palavras de Cinema

pensamentos e ideias sobre sétima arte, por um amante de longa data

Muito além do céu

Escritos por liberdade.

Quadrinheiros

Quadrinhos - Diversão e rigor | (Ano VI)

Futilidade Telepática

Um espaço de ideias livres

AgendaCulturalRJ

Programação Cultural Gratuita ou a preços populares no Rio de Janeiro

Colunas Tortas

mais que uma opinião

Amontoado de ideias

Leitura e outros bichos...

luaparadois

uma lua e duas mãos

TRANSITIVO

transitivo é uma parceria individual

Conector

Pensando a cultura pop analógica e digital.

shuperlocodesign

Just another WordPress.com weblog

Kerouac Versus

Let it beatnik

ETHEL MUNIZ

Un site utilisant WordPress.com

bendito itamar

meu nome é benedito joão dos santos silva beleléu vulgo nego dito nego dito cascavé

em algum lugar do MUNDO

Ideias e contos de Glauber Serafim