Archive for the 'Poesia Brasileira' Category

soneto do amor total (antologia)

12/03/2019

4º Dia

A convite de Pati , durante 10 dias vou publicar 10 livros que marcaram minha trajetória como leitor. Sem comentários e explicações, apenas a capa. E, cada dia, desafiarei uma pessoa a continuar a roda.

Aceita, Juliana?

3 Samanta


ps: não é para comentar, mas não posso deixar passar que é na contracapa que tem essa boniteza de soneto… acho que foi assim que ele me fisgou lá pelas bandas de 1999. #sonetodoamortotal

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«ESPELHO» por Anibal Beça

13/09/2018

#umpoetaumpoemapordia #318 (13/9)

POETA: ANIBAL BEÇA

é o nome literário de Anibal Augusto Ferro de Madureira Beça Neto (Manaus, Amazonas, Brasil, 13 de setembro de 1946 – 25 de agosto de 2009) foi escritor (poeta), tradutor, compositor, teatrólogo e jornalista brasileiro

POEMA: ESPELHO

Para fechar sem chave a minha sina
Clara inversão da jaula das palavras
As vestes da sintaxe que componho
De baixo para cima é que renovo.

Escancarando um solo transmutado
Para o sol da surpresa nas janelas
Ao mesmo pouso de ave renascida
Do fim regresso fera não domada.

Na duração que escorre nessa arena
Lambendo vem a pressa em que me aposto
Nessa voragem, vaga um mar de calma

Que me alimenta os ossos da memória.
Sobrada sobra, cinza dos minutos,
O que sobrou de mim são essas sombras.

+ SOBRE

http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_brasis/amazonas/anibal_beca.html
https://pt.wikipedia.org/wiki/An%C3%ADbal_Be%C3%A7a
http://www.jornaldepoesia.jor.br/abeca.html
http://www.overmundo.com.br/banco/alguns-poemas-de-anibal-beca

OUTROS

Natália Correia, ativista social, escritora e poeta açoriana
Otokar Březina, poeta e ensaísta checo
Julian Tuwim, poeta polonês
John Leland, poeta e historiador inglês
Roald Dahl, romancista, poeta e roteirista britânico

«UM SORRISO» por Ferreira Gullar

10/09/2018

#umpoetaumpoemapordia #315 (10/9)

POETA: FERREIRA GULLAR

pseudônimo de José Ribamar Ferreira (São Luís, Maranhão, Brasil, 10 de setembro de 1930 – Rio de Janeiro, 4 de dezembro de 2016), foi um escritor, poeta, crítico de arte, biógrafo, tradutor, memorialista e ensaísta brasileiro e um dos fundadores do neoconcretismo[2]. Foi o postulante da cadeira 37 da Academia Brasileira de Letras, na vaga deixada por Ivan Junqueira,[3][4] da qual tomou posse em 5 de dezembro de 2014

POEMA: UM SORRISO

Quando
com minhas mãos de labareda
te acendo e em rosa
embaixo
te espetalas

quando
com o meu aceso archote e cego
penetro a noite de tua flor que exala
urina
e mel
que busco eu com toda essa assassina
fúria de macho?

que busco eu
em fogo
aqui embaixo?
senão colher com a repentina
mão do delírio
uma outra flor: a do sorriso
que no alto o teu rosto ilumina?

+ SOBRE

https://pt.wikipedia.org/wiki/Ferreira_Gullar
http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_infantil/ferreira_gullar.html
https://viciodapoesia.com/tag/ferreira-gullar/

OUTROS

Nicolau Tolentino de Almeida, escritor e poeta português
Franz Werfel, autor, poeta e dramaturgo austríaco-boêmio
Hilda Doolittle, HD, poetisa, romancista e memorialista estadunidense.
Jeppe Aakjær, autor e poeta dinamarquês
Georgia Douglas Johnson, poeta e dramaturgo americano
Viswanatha Satyanarayana, poeta e autor indiano
Georges Bataille, filósofo, romancista e poeta francês
Miguel Serrano, poeta e diplomata chileno
Mary Oliver, poeta americana

«GABILA» por Apolinário Porto-Alegre

29/08/2018

#umpoetaumpoemapordia #303 (29/8)

POETA: APOLINÁRIO PORTO-ALEGRE

Apolinário José Gomes Porto-Alegre (Rio Grande, 29 de agosto de 1844 — Porto Alegre, 23 de março de 1904) foi um escritor, historiógrafo, poeta e jornalista brasileiro. É considerado um dos autores mais importantes do Rio Grande do Sul.

POEMA: GABILA

Eis a roça. A maniva grela e punge
Nos camalhões em renque. O sol da América
Surgindo dentre lindas, róseas nuvens,
Fulge nos brotos ao nascer dourados.
Os escravos ali, de enxada em punho,
Trabalham, e ao vaivém certo e incessante
Dos afiados ferros, em compasso,
Desprendem a monótona cantiga
Que a pátria longe evoca, além dos mares.
As tristes vozes na floresta em torno,
Onde livre resplende a natureza,
Onde tudo se curva a Deus somente,
Ecoam como satânica risada,
Como vivo sarcasmo que desonra
O pavilhão dum povo. Cantem, míseros;
Cantem, isto consola ao peito aflito.
No cruento rigor do cativeiro
É traduzir em vibrações solenes
A saudade que a alma dilacera
Cantem, porém trabalhem sem descanso,
Que, fero o cenho, o capataz vigila.

+ SOBRE

http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/2017
https://pt.wikipedia.org/wiki/Apolin%C3%A1rio_Porto-Alegre
https://www.literaturabrasileira.ufsc.br/autores/?id=5500
http://repositorio.pucrs.br/dspace/handle/10923/4004

OUTROS

Oliver Wendell Holmes, escritor, poeta e professor estadunidense
Edward Carpenter, poeta britânico
Maurice Maeterlinck, dramaturgo e poeta belga
Juan Rico e Amat , poeta, historiador político, jornalista e dramaturgo espanhol
Manuel Machado , poeta espanhol
Janus Pannonius , bispo e poeta húngaro
Giovanni Battista Casti , poeta e autor italiano
Thom Gunn , poeta e acadêmico inglês-americano
Karen Hesse , autora e poeta americana

«EXISTE UM PLANETA» por Paulo Leminski

24/08/2018

#umpoetaumpoemapordia #298 (24/8)

POETA: PAULO LEMINSKI

Paulo Leminski Filho (Curitiba, Paraná, Brasil, 24 de agosto de 1944 — Curitiba, 7 de junho de 1989) foi um escritor, poeta, crítico literário, tradutor e professor brasileiro.

POEMA: EXISTE UM PLANETA

existe um planeta
perdido numa dobra
do sistema solar

aí é fácil confundir
sorrir com chorar

difícil é distinguir
esse planeta de sonhar
– Paulo Leminski, no livro “Caprichos e relaxos”. 1983.

+ SOBRE

https://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Leminski
https://www.revistabula.com/385-15-melhores-poemas-de-paulo-leminski/
http://www.poesiaspoemaseversos.com.br/paulo-leminski-poemas/
https://www.revistaprosaversoearte.com/paulo-leminski-poemas/

OUTROS

Léo Ferré, músico e poeta monegasco
Donizete Galvão, poeta e jornalista brasileiro.
Linton Kwesi Johnson , poeta, músico e ativista jamaicano.
Robert Herrick , poeta britânico
John Taylor , poeta e escritor inglês
Malcolm Cowley , romancista americano, poeta, crítico literário
Jorge Luis Borges , escritor, ensaísta, poeta e tradutor argentino
Gaylord DuBois , autor e poeta americano
AS Byatt , romancista e poeta inglês
Vahur Afanasjev , autor e poeta estoniano
Rosmarie Waldropé um poetatradutora e editora contemporânea americana 

«CASA DESTELHADA» por Bento Prado Júnior

21/08/2018

#umpoetaumpoemapordia #295 (21/8)

POETA: BENTO PRADO JR

Bento Prado de Almeida Ferraz Júnior, conhecido como Bento Prado, ou Prado Jr. (Jaú, 21 de agosto de 1937 — São Carlos, 12 de janeiro de 2007), foi filósofo, escritor, professor, crítico literário, tradutor e poeta brasileiro.

POEMA: CASA DESTELHADA

A casa é um templo humilde, em cujo teto
há goteiras que choram, noite e dia;
o seu recinto todo está repleto
do verde musgo, que a humanidade cria.

Oculta um monge de sereno aspecto
na solidão do templo, a luz sombria.
Vota-lhe o monge singular afeto,
que lhe aviventa a fonte da poesia.

Nunca lhe entre os umbrais alma profana!
Lugar tão venerando dessa forma,
ofendê-lo-á, por certo, a vista humana!

Pois se procede, nesse ambiente sério,
ao milagre da dor, que se transforma,
no cadinho do amor, em refrigério…

+ SOBRE

https://www.escritas.org/pt/bento-prado-junior
http://www.jornaldepoesia.jor.br/bpra01.html
http://poesiatraduzida.com.br/bento-prado-de-almeida-ferraz-junior/
http://tarrenego.blogspot.com/2016/08/bento-prado-junior.html
https://pt.wikipedia.org/wiki/Bento_Prado_Júnior

OUTROS

William Henry Ogilvie , poeta e autor escocês-australiano
Ruth Manning-Sanders , escritor e poeta galês-inglês
Can Yücel , poeta e tradutor turco
XJ Kennedy , poeta, tradutor, antologista, editor estadunidense

«CONSIDERAÇÕES DE ANINHA» por Cora Coralina

20/08/2018

#umpoetaumpoemapordia #294 (20/8)

POETISA: CORA CORALINA

pseudônimo de Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas (Cidade de Goiás, Goiás, Brasil, 20 de agosto de 1889 — Goiânia, 10 de abril de 1985), foi uma poetisa e contista brasileira. Considerada uma das mais importantes escritoras brasileiras, ela teve seu primeiro livro publicado em junho de 1965 (Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais),[1] quando já tinha quase 76 anos de idade

POEMA: CONSIDERAÇÕES DE ANINHA

Melhor do que a criatura,
fez o criador a criação.
A criatura é limitada.
O tempo, o espaço,
normas e costumes.
Erros e acertos.
A criação é ilimitada.
Excede o tempo e o meio.
Projeta-se no Cosmos

+ SOBRE

https://pt.wikipedia.org/wiki/Cora_Coralina
http://livroecafe.com/2017/08/20/cinco-poesias-de-cora-coralina-para-ler-e-se-encantar/
https://www.contioutra.com/3-inspiradores-poemas-de-cora-coralina/
http://www.jornaldepoesia.jor.br/cora.html
https://www.portalraizes.com/livros-para-entrar-no-universo-de-cora-coralina/
http://www.poesiaspoemaseversos.com.br/cora-coralina-poemas/

OUTROS

Matias de Lima, poeta português
Dina Mangabeira, poetisa brasileira
Robustiana Armiño , poetisa espanhola
Dino Campana , poeta e autor italiano
Salvatore Quasimodo , poeta italiano, Prêmio Nobel de Literatura em 1959
Jean Gebser , poeta e linguista alemão
Jakub Bart-Ćišinski , poeta e dramaturgo alemão
Edgar Guest , poeta e escritor inglês-americano
Tarjei Vesaas , autor e poeta norueguês

«ENTRE» por Haroldo de Campos

19/08/2018

#umpoetaumpoemapordia #293 (19/8)

POETA: HAROLDO DE CAMPOS

Haroldo Eurico Browne de Campos (São Paulo, SP, Brasil, 19 de agosto de 1929 — São Paulo, 16 de agosto de 2003) foi um poeta e tradutor brasileiro.

Em 1952, Décio, Haroldo e seu irmão Augusto de Campos rompem com o Clube, por divergirem quanto ao conservadorismo predominante entre os poetas, conhecidos como “Geração de 45”. Fundam, então, o grupo Noigandres, passando a publicar poemas na revista do grupo, de mesmo título. Nos anos seguintes, defendeu as teses que levariam os três a inaugurar, em 1956, o movimento concretista, ao qual se manteve fiel até o ano de 1963, quando inaugura um trajeto particular, centrando suas atenções no projeto do livro-poema “Galáxias”.

POEMA:

+ SOBRE

https://pt.wikipedia.org/wiki/Haroldo_de_Campos
http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_visual/hsroldo_de_campos.html
https://www.escritas.org/pt/haroldo-de-campos
http://www.elfikurten.com.br/2016/02/haroldo-de-campos.html
http://www.algumapoesia.com.br/poesia/poesianet033.htm
Enigma — poema de Haroldo de Campos
http://www.poesiaspoemaseversos.com.br/haroldo-de-campos/
https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/literatura/a-poesia-visual-concretismo.htm
.
.

OUTROS

Íñigo López de Mendoza, 1º Marquês de Santillana, poeta espanhol
Ogden Nash, poeta norte-americano
Kátya Chamma, compositora, cantora e poeta brasileira
Ana Miranda , escritora, poeta e exploradora brasileira.
Gerbrand van den Eeckhout , pintor holandês, etcher e poeta
John Dryden , poeta inglês, crítico literário e dramaturgo
Claude Gauvreau , poeta e dramaturgo canadiano
Bodil Malmsten , autor e poeta sueco

«BRIGA DE TOUROS» por Zeno Cardoso

15/08/2018

#umpoetaumpoemapordia #289 (15/8)

POETA: ZENO CARDOSO

Zeno Cardoso Nunes (São Francisco de Paula, RS, Brasil, 15 de agosto de 1917 – Porto Alegre, 27 de fevereiro de 2011) foi um advogado, escritor e jornalista brasileiro.

POEMA: BRIGA DE TOUROS

A chuva de verão passou. Veio a estiada.
O sol, a pino. A terra, inda molhada.
Um Zebu está esperando no rodeio
outro touro, um Crioulo guapo e feio
que sempre fora o dono da invernada,
e a passo largo vem se aproximando,
e vem cavando terra, e vem berrando
tão grosso que parece trovoada!
Encontram-se e pelejam com denodo,
pondo em agitação o gado todo.
As aspas do Zebu, velozes como o raio,
riscam do contendor o pêlo baio
que ao sol reluz e brilha,
enquanto os cascos de ambos, como arados,
sulcam os pêlos verdes e molhados
do lombo da coxilha!
No ardor da luta entesam os pescoços,
enrijecendo os músculos potentes
em férrea contração!
Depois vão se golpeando duramente,
com orgulho de touro não vencido,
com destreza de tigre enfurecido,
com raiva e decisão!
Uma hora eles passam nessa luta
de esforços colossais,
mas, envoltos na fúria do mormaço,
sentem fraquear os músculos de aço,
lutar nem podem mais.
Há pairando no ar morno e pesado
um forte cheiro de chifre queimado.
Os dois touros, briosos e valentes,
são iguais na coragem, no valor.
Mas no entrechoque bárbaro das guampas
o destemido filho aqui dos pampas
começa a demonstrar que é superior.
O zebu bem conhece a luta bruta
lá da Índia selvagem de onde veio,
mas não pode vencer, por mais que o queira,
o touro aqui da terra brasileira
que o obriga a deixar o seu rodeio.
E triste, machucado e abatido,
depois de luta tão desesperada,
o pobre touro, além de ser vencido,
inda foi pelo outro perseguido
até sair de dentro da invernada.
Dias depois os corvos carniceiros,
voejando por cima de um banhado,
indicavam aos olhos dos campeiros
o lugar onde estava, entre espinheiros,
o cadáver do touro derrotado.
O seu corpo, que o sol acariciava,
parece que tranquilo descansava
do combate fatal,
enquanto em torno o gado, compungido,
cheirando o chão, de um jeito comovido,
berrava tristemente em funeral,].
Dentre aquela sentida orquestração
destacou-se um mugido forte e grosso
que reboou plangente no rincão:
Era o berro do touro brasileiro
lamentando o destino do estrangeiro
que quisera ser dono do seu chão.
P. Alegre. 1942

+ SOBRE

http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_brasis/rio_grade_sul/zeno_cardoso.html
https://pt.wikipedia.org/wiki/Zeno_Cardoso_Nunes
http://www.paginadogaucho.com.br/poes/zcn-bt.htm

OUTROS

Luigi Pulci, poeta italiano
Matthias Claudius, poeta alemão
Frei Luis de León, poeta e religioso agostiniano espanhol
Sri Aurobindo, guru indiano, poeta, filósofo, político, e iogue indiano
Walter Scott, romancista, dramaturgo e poeta escocês
E. Nesbit, escritor e poeta inglês
Jan Brzechwa, escritor e poeta polonês

«A UM SABIÁ» por Gonçalves de Magalhães

13/08/2018

#umpoetaumpoemapordia #287 (13/8)

POETA: GONÇALVES DE MAGALHÃES

Domingos José Gonçalves de Magalhães, primeiro e único barão e visconde do Araguaia, (Rio de Janeiro, Brasil, 13 de agosto de 1811 – Roma, 10 de julho de 1882) foi um médico, professor, diplomata, político, poeta e ensaísta brasileiro, tendo participado de missões diplomáticas na França, Itália, Vaticano, Argentina, Uruguai e Paraguai, além de ter representado a província do Rio Grande do Sul na sexta Assembleia Geral.

POEMA: A UM SABIÁ

Mimoso Sabiá, temo e canoro,
Alma dos bosques que o Brasil enfeitam,
Como seu mestre as aves te respeitam,
E os homens como o Orfeu do aéreo coro.

Os Amores, e Lilia por quem choro,
Teu doce canto por tributo aceitam;
Eles folgam contigo, e se deleitam,
Eu pasmo de te ouvir, e a um Deus adoro.

Tu vives em contínua primavera;
Lilia te afaga, Lilia ouve teu canto!
A tua feliz sorte, oh, quem m’a dera !

Então o meu penar não fora tanto ;
Pois seu peito abrandado já tivera
Co´a voz que ao seio d’alma leva o encanto.

Extraído de SONETOS BRASILEIROS Século XVII – XX. Colletanea organisada por Laudelino Freire. Rio de Janeiro: F. Briguiet & Cie., 1913

TRADUÇÃO DE:

+ SOBRE

https://pt.wikipedia.org/wiki/Gonçalves_de_Magalhães
https://www.escritas.org/pt/l/goncalves-de-magalhaes
http://www.jornaldepoesia.jor.br/maga01.html
https://www.literaturabrasileira.ufsc.br/documentos/?action=download&id=37540
http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_brasis/rio_de_janeiro/domingos_jose_goncalves_de_magalhaes.html

http://bndigital.bn.gov.br/goncalves-de-magalhaes/

OUTROS

Francisco Gomes de Amorim, poeta português
Onildo Almeida, compositor, músico e poeta brasileiro
Tomás Borge , político, revolucionário, poeta e escritor nicaraguense

Douda Correria

Nascida em 2013, a Douda Correria tem uma linha editorial muito ténue, tão ténue que quase não se vê, uma linha que mais do que se ver pressente-se nos títulos que por paixão vai dando à estampa. No seu labirinto de afectos encontram-se autores de várias línguas, sendo o que de mais belo há neles a capacidade de inventar sua própria linguagem sem menosprezar a dos outros. É possível que nada disto faça sentido, é até desejável que nada disto faça sentido. Um cavalo alucinado também não faz sentido, no entanto galga e prossegue sob a espora. (Contacto: doudacorreria107@gmail.com - Facebook: https://www.facebook.com/doudascorrerias/)

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